Resumo do Plenário: Dia Nacional dos Surdos é lembrado em pronunciamento

Em 26/09/2019
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Vinte e seis de setembro é o Dia Nacional dos Surdos. A data foi destacada pela deputada Jô Cavalcanti, do mandato coletivo Juntas, do PSOL, na Reunião Plenária desta quinta.  “A data celebra as conquistas e lutas da comunidade surda do País. Eu quero destacar aqui algumas conquistas desse segmento, uma delas é o reconhecimento da Libras como língua oficial, a obrigatoriedade de ensino bilíngue para criança com deficiência auditiva, dentre outras garantias ainda não consolidadas no cotidiano da população surda”. Acompanhada por uma intérprete de Libras, a parlamentar também falou dos desafios para avançar nas políticas públicas voltadas às pessoas com deficiência.  Criação de salas inclusivas e escolas bilíngues, além da contratação de intérpretes para a Alepe foram algumas das medidas sugeridas.

O discurso de Jair  Bolsonaro na ONU foi criticado pelo deputado João Paulo, do PCdoB. De acordo com o parlamentar, o presidente recorreu a Fake News para justificar medidas tomadas pelo Governo, e causou, segundo ele, perplexidade na comunidade mundial. “Bolsonaro fez um discurso virulento e primário, recheado de informações falsas e atribuindo problemas do país a inimigos imaginários”. Para José Queiroz, do PDT, a atuação do presidente da República justifica o permanente declínio dos índices de aprovação. Ele também parabenizou a Unimed pela atuação da região do Agreste.

O deputado Alberto Feitosa, do Solidariedade, elogiou a Medida Provisória da Liberdade Econômica. O projeto tem como objetivo reduzir burocracia e dar dinamismo a pequenos negócios.  Para o parlamentar, os efeitos da MP podem gerar mais de três milhões de empregos no país. “Eu queria mais uma vez dizer, e repetir, na Tribuna desta Casa: não existe nada melhor para uma nação do que o pleno emprego”.

João Paulo Costa, do Avante, cobrou a finalização das obras da PE 380 em Carnaíba, no Sertão do Pajeú. De acordo com o parlamentar, a rodovia, que liga Pernambuco à Paraíba,  espera conclusão há mais de três anos.

A crise no abastecimento d’água no Agreste Central se deve à seca, na avaliação de Diogo Moraes, do PSB. O deputado criticou os que atribuem o problema à falta de atuação do Governo do Estado. “O abastecimento estaria normalizado se todas as barragens estivessem cheias, e aí nós teríamos as adutoras para levar as águas para as casas, as zonas rurais e assim por diante ”. Os deputados ainda fizeram um minuto de silêncio pela morte de Ivete Pimenta e Manoel Faustino,  ex-servidores da Assembleia.